Vidrolar

O vidro não é exatamente uma invenção. Está mais para uma descoberta. Os primeiros registros datam de 7 mil anos atrás quando mercadores fenícios descobriram o vidro ao fazerem uma fogueira na areia da praia. Fogo + areia + nitrato de sódio deu vidro. Sabe-se também que ele foi aperfeiçoado pelos romanos que, já naquela época, dominavam os processos de lapidação, pintura, coloração, gravura e até a moldagem no vidro soprado.

Em Veneza, a indústria vidreira experimentou grande expansão e os venezianos se tornaram famosos pela sua habilidade em trabalhar com o vidro. Conta a história que os operários de Veneza que lidavam com o vidro eram tão importantes para Veneza que se proibiu sua saída para o estrangeiro e mais ainda, todas as oficinas e fábricas se concentravam numa ilha – Murano – próxima de Veneza para facilitar o controle da produção.

Felizmente, alguns operários furaram o cerco, dirigindo-se para a Alemanha, fazendo com que rapidamente a indústria vidreira prosperasse em toda a Europa.
Durante vários séculos o setor se desenvolveu e merecem registro, além da Alemanha que se tornou célebre pela utilização do vidro esmaltado e pela reprodução de desenhos famosos, a Inglaterra e a França, que contribuíram para o aperfeiçoamento dos processos de produção e para valorizar o caráter estético e artístico das peças de vidro.

A Revolução Industrial consolidou a moderna indústria do vidro e mais recentemente, sobretudo a partir dos anos 50, a tecnologia de fabricação alcançou outros patamares, com aperfeiçoamento de novos produtos, ampla utilização dos vidros de segurança, vidros com superfícies tratadas entre outros avanços proporcionados pelas mais recentes descobertas tecnológicas. Hoje vemos o vidro muito presente e sendo moldado de qualquer maneira: nos pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, compotas, garrafões, frascos, recipientes, copos, janelas, lentes, tela de televisores e monitores, fibra ótica, refrigeradores e etc. O que permitiu essa diversidade foi a tecnologia, já que as matérias-primas continuam as mesmas: areia, calcário, barrilha (carbonato de sódio), alumina (óxido de alumínio) e corantes ou descorantes. E ainda é considerado como um material do futuro. Veja o exemplo dos vidros touch screen, que serão os protagonistas em projetos futurísticos que evolvam interação entre os objetos dos ambientes. Se hoje estão presentes basicamente nas telas dos celulares, os vidros touch screens, serão parte integrante da vida no futuro, utilizado de maneira inteligente em fogões, televisores, espelhos, janelas, outdoor, etc. Juntamente com a evolução tecnológica, o vidro caminha a passos largos. Diversas tecnologias são desenvolvidas com frequência para incrementar o vidro comum e transformá-lo em um material ainda mais resistente e com características práticas e funcionais

E nós na Vidrolar, acompanhamos essas evolução e as incorporamos em projetos do setor de refrigeração, linha branca e moveleiro.

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