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A princípio, o distanciamento social trouxe insegurança sobre o futuro econômico, deixando empresas e consumidores aflitos.

Entretanto, de acordo com um estudo da GfK, após perceber que a quarentena se estenderia, o consumidor passou a investir em cuidado pessoal, entretenimento, praticidade na limpeza e conforto do lar. Bens duráveis, como produtos de informática, telefonia, linha branca (como geladeira e fogão), celulares, televisores, móveis e colchões, também passaram a mostrar uma tendência positiva.

Com a quarentena, o consumidor também mudou a forma de consumir, dando preferência às compras online. No início de 2020, segundo a GfK, 24% das pessoas compravam via e-commerce, agora 65% dos consumidores adotaram esse comportamento. A palavra “móveis”, por exemplo, cresceu mais de 30% nas buscas do Google. As marcas que não estão presentes nas plataformas do Google, não fizeram parte dessas possíveis vendas.

Por isso, cada vez mais, estar presente no meio digital tem se tornado uma necessidade para as empresas. Mas não basta criar um site ou uma página nas principais redes sociais. É necessário saber se comunicar e se relacionar com o público, principalmente neste momento incerto.

“Nesses momentos de crise voltamos para o básico. Agora as pessoas estão atrás de segurança e as marcas que passam isso serão favorecidas”, afirma Felipe Mendes, General Manager Latam da GfK.

E a sua empresa, mudou a forma de se comunicar com o público perante a pandemia?

* Fontes: Secretaria da Fazenda do Estado do Paraná e GfK, consultoria global de negócios.

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